3 de dezembro de 2007

Pedalada de Sábado – Lagoa Azul 8:30

Para os ausentes, e foram alguns, eis a crónica da jornada pedaleira.
Deste vez estiveram presentes o Tony Falls, Dany, EBR e eu. Desta vez foi o EBR o atrasadinho embora a queimar a tolerância mas avisou o pessoal. Não bastou chegar atrasado ainda deu trabalho ao nosso mecânico pois vinha com a roda de trás em baixo.
Mais coisa menos coisa iniciámos deviam ser uma 9:10 pelo percurso habitual, ou seja contornamos a lagoa e regressamos à estrada e mais à frente viramos à direita e começamos a subir. São cerca de 5 Km para aquecer. Chegados lá acima voltamos à direita e temos um misto de caminho de cabras e single track. Nas subidas era notória a falta de ritmo do Dany! Poi é três semanas na balda e depois as perninhas tremem.
Avançámos rumo à estrada e cerca de 1 km à frente voltamos à direita e temos dois single tracks muito loucos. Têm de tudo e como são na maioria em descida a velocidade é sempre elevada. Dá para tudo tem saltos, pedras, rochas, raízes….
Terminados estes 2 trilhos começamos a subir até um estradão que nos vai levar atá aos Capuchos.
Foi aqui que desafiei o pessoal a não fazer a paragem habitual a meio da subida do Monge e não é que o pessoal foi até lá acima sem parar. Coitado do Zé Zé se tivesse ido estava fod… a levar a menina à mão desde lá de baixo. HIHIHI.
Lá em cima parámos para reagrupar e tomámos o doping (entenda-se as barras energéticas). Avançámos então até à Peninha que é o ponto mais alto da nossa jornada. Nova paragem para reajustamentos nas marrequinhas e pensou o Dany em voz alta possa agora é sempre a descer que bom. É verdade que sim mas temos sempre pequenas subidas que vão desgastando aos poucos. Regressámos ao topo do Monge e avançámos decididos para um single track dos maluquinhos do Down hill (embora para eles esta seja soft) para nós é uma emoção do início até ao fim. Tem muitas rochas e raízes pelo que torna a descida algo emocionante. A adrenalina atinge o máximo neste trilho. Quando estava a descer passaram dois gajos por mim que parecia que eu estava parado. Grandes malucos e ainda levei com um gajo em cima pois não me conseguiu passar como os outros fizeram. Devia ser tenrinho nestas andanças do DH.
Posto isto voltamos ao Capuchos e fazemos mais um single track que faz ligação com os dois iniciais e que voltamos a repetir para no final voltar aos Capuchos e iniciar a descida final rumo à Barragem (dizem que esta barragem que abastece Cascais, da-se ainda bem que eu não moro em Cascais com a quantidade de gajos que mija lá). Antes da chegada à barragem fazemos o trilho das pontes que tem um pouco de tudo e só é pena as 4 árvores caídas que nos fazem desmontar e perder o ritmo. Terminado este trilho que vale a pena fazer pois é diferente do que estamos habituados a fazer, descemos para a barragem e de volta à estrada de alcatrão. Infelizmente descemos tanto que atingimos o ponto mais baixo e até aos carros é sempre a subir, talvez uns 3 km.
Para terminar foram 36 km bem passados em cerca de 3 horas e meia.
Abraços e até para a semana

Jorge Reis

2 comentários:

Unknown disse...

Eu senti falta do Farinha, do Zézé e do Martins.

É que sem eles o ritmo foi tão elevado que eu levei uma monumental sova.

Estive a tarde toda a querer ir para o Sofá mas não me deixaram.

Hoje ainda estou com as pernas doridas.

Saudações!

Daniboy.

Anónimo disse...

Quando voltar, acho que nem com motor... Continuo todo empenado das costas

Saudações ciclistas do ex e futuro carro vassoura